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sábado, novembro 14, 2015

SETE ATAQUES DE TERRORISTAS DEIXAM MAIS DE 150 MORTOS EM PARIS.

Pior ataque terrorista da história 
da França deixa 120 mortos; SIGA (Pior ataque terrorista da história da 
França deixa mais de 110 mortos; SIGA (Pior ataque terrorista da história da 
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França deixa mais de 110 mortos; SIGA (Pior ataque terrorist)

Paris está novamente sob ataque. Cerca de 10 meses depois do atentado à redação do jornal satírico "Charlie Hebdo", sete tiroteios foram registrados em pontos diferentes da capital francesa nesta sexta-feira (13). O Corpo de Bombeiros e a Prefeitura de Paris já contabilizam ao menos 153 mortos.
Em entrevista coletiva, o presidente da França, François Hollande, decretou estado de urgência, o que não acontecia há dez anos, e ordenou o fechamento das fronteiras. "As autoridades devem ser duras e serenas. O que os terroristas querem é nos colocar medo. Temos de mostrar sangue frio diante do terror", afirmou na ocasião. "Ainda não terminamos as operações, há coisas difíceis pela frente. Eu peço que vocês mantenham a confiança. Viva a República e viva a França."

Três explosões atingiram a região do estádio Stade de France, em Saint-Denis, no norte de Paris, o momento em que estava acontecendo um amistoso entre a seleção local e a Alemanha. O presidente François Hollande estava na arena e precisou ser evacuado. No primeiro tiroteio, um indivíduo abriu fogo com um fuzil no restaurante Petit Cambodge e, de acordo com a emissora "BFM-TV", matou "várias pessoas". Três mortes foram contabilizadas nessa área.

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A emissora entrevistou uma testemunha dos disparos no restaurante, Anne-Sophie. "Todo mundo estava do lado de fora, no terraço do restaurante, quando de repente vimos homens mascaradas atirando em todas as direções. Pareceu ter durado muito tempo." Ela disse que havia "uma quantidade enorme de feridos".

"Ouvi tiros. As pessoas se jogaram no chão. Colocamos uma mesa sobre nossas cabeças para nos proteger. Ficamos presos no bar porque havia uma pilha de corpos na nossa frente", disse Ben Grant, que estava em um bar com sua mulher quando um dos ataques ocorreu. Ele disse ter visto seis ou sete corpos no chão e ouvido que os tiros foram disparados a partir de carros.

Outras centenas de pessoas foram feitas reféns em uma casa de show chamada Bataclan. Segundo a "BFM-TV", ao menos 50 disparos atingiram o local por 10 minutos uma hora após o início de um show da banda californiana Eagles of Death Metal.

A página oficial da banda no Facebook disse: "Ainda estamos tentando determinar a segurança e a localização de nossa banda e equipe. Nossos pensamentos estão com todas as pessoas envolvidas nesta situação trágica."

Logo após a publicação nas redes sociais, a esposa do baterista Julian Dorio, Emily, disse que todos estão bem. Segundo o The Washington Post, Emily conversou com o músico, que está a salvo, assim como todos os integrantes da banda, que deixaram o local com o início dos disparos.




FOTOS: público é retirado de casa de shows invadida por atiradores (Philippe Wojazer/Reuters)

Com informações do G1/Portal IG

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